15 janeiro 2019

Panelas & Peitos

Começa a semana e eu tô aqui sentada no sofá da sala pensando "qual o menu gastronômico que agradaria um ser humano de apenas 1 ano e 3 meses"? Enquanto passo a mão no livro de receitas para bebês, me lembro das batalhas diárias que a minha mãe enfrentava para que eu quisesse comer. Apesar de ser uma criança tranquila e tímida eu era terrível para almoçar e jantar. Fazia cara de nojo, cuspia a comida escondida, dava para as amigas comerem (Karol ganhava minhas panquecas com prazer), enquanto minha mãe não via. Enfim, fazer uma refeição era uma jornada longa, letárgica e quase letal. Eu não gostava de nada. E ponto. E olha que a minha mãe era uma cozinheira de mão cheia, daquelas que sabiam fazer tudo! Ela tinha um cuidado precioso com suas panelas, e nunca, em hipótese alguma cozinhava em panela queimada, velha ou estragada, dizia que a comia sentia.

E o dom para cozinhar bem vinha de família, assim como ela, minha avó também mandava muito no reino dos sabores. Com aquela doçura peculiar das avós, sempre dava um jeito de fazer a neta experimentar suas delícias. Uma das táticas da minha avó era separar o caldo do feijão, e só assim eu colocava uma colherada de "caldinho de feijão com arroz na boca". Como boa descendente de portugueses, vovó fazia aqueles doces maravilhosos a base de ovos. Ah, como eu lembro do perfume que saía da cozinha e se espalhava pela casa, fosse o aroma do pudim de laranja ou da famosa ambrosia. E mesmo assim, eu não comia. Comigo tudo era negociado, nem batata frita me apetecia. Hoje eu assumo: "nossa, como eu era chata pra comer", e daí penso: Será que o meu filho vai ser assim?!

Meu bebê definitivamente não é bom de garfo, mas é bom de peito. Ele não almoça, mama. Ele não janta, mama. E diferente da mamain, quando come feijão, vai com grão e tudo. 
É dificil dizer como vai ser o apetite da criança ao longo dos anos, mas estou aqui, na minha pequena batalha individual de ir para a cozinha, preparar a refeição, colocá-lo na cadeirinha, servir o prato, sentar em frente ao baby e ficar numa operação de guerrilha, tentando acertar um grão de lentilha ou um pedacinho de tomate na boca do bebê. Ele vira o rosto, esperneia, chora, bate com as mãos na mesinha, joga a colher no chão, grita, põe a língua pra fora, eis que finalmente sente o gosto de alguma coisa e pára. Tem vezes que gosta, noutras parece que comeu veneno. E nessa luta da colher com a boca, ele quase sempre sai vencedor: comendo pouco ou nada e vindo parar no peito. 

Já tentamos todas as técnicas: desde o BLW (onde o bebê come com as próprias mãos), e no nosso caso só serviu para a comida parar toda no chão, até papinhas e comidas nas mais variadas texturas. Nada adiantou. Ele não quer. Ele não come. Se me perguntarem qual a parte mais frustrante da maternidade, pra mim, por enquanto é essa: a minha incompetência em fazer o bebê comer! Tem gente que põe a culpa dessa falta de apetite no leite materno, na livre demanda, nos peitos fartos, mas ah, sei não, vai ver que o problema - como diria minha mãe  - tá lá nas panelas...vá saber! 

08 janeiro 2019

Pantone e a cor de 2019

Foi ainda no final do ano passado que o catálogo de cores mais famoso do mundo divulgou qual seria a cor de 2019. Eu até coloquei lá no Instagram, mas com as viagens de férias + festas de fim de ano, eu acabei deixando o blog a ver navios... Sorry, people!

E apesar de eu começar o novo ano me desculpando com os leitores, prometo várias novidades pra esse primeiro semestre (entre elas a retomada do canal no Youtube e uma nova frente do Prendada). Mas, bora deixar de mimimi e vamos falar do que interessa: a linda LIVING CORAL, a cor eleita para 2019.

Vibrante e suave, alegre e elegante, essa é a cor escolhida pela Pantone. Ela já é bem familiar, pelo menos aqui no blog (o letreiro e alguns detalhes contam com variações da cor coral) e em cores de esmaltes e roupas que vemos há alguns anos no comércio. Aliás, por 20 anos a cor do ano Pantone influenciou a criação de produtos e decisões para compras de vários setores como moda, industria moveleira, beleza, design, embalagens e até nas mídias digitais.


Pensando nisso, eu já busquei algumas inspirações para vocês sentirem a vivacidade, o calor e a beleza dessa cor, seja na moda, na decoração, na beleza ou no lifestyle.


E aí, hot or not?! Vale dar uma relembrada nas edições passadas da Pantone. Que tal? Entre todas, a de 2019 conquistou - definitivamente - o meu coração.



24 dezembro 2018

Feliz Natal, migles!


Eu poderia deixar um cartãozinho virtual animado ou um poema bem moderninho, mas a opção que realmente traz amor, alegria e paz no meu coração é a com esse bebezão furacão na foto! Eu & Ele desejamos que vocês tenham quem abraçar nessa data tão "religiosa capitalista", mas que lá no fundo renova alguma esperança e fé na humanidade.
FELIZ NATAL, AMORES!

06 dezembro 2018

Cruzeiro pelo Caribe: viajando com um bebê

Antes de começar esse texto eu preciso revelar: eu jamais faria um cruzeiro. Não foi ideia minha. Meu tipo de férias e viagens são outras: históricas, pequenos hotéis, pousadas de charme, menos gente e mais sossego, o oposto do que existe num navio, né?! Sou ré confessa: essa viagem foi um presente. Isso mesmo. Eu ganhei a viagem. Fui convidada! E apesar de todos os meus preconceitos sobre cruzeiros, embarquei nessa aventura de coração aberto. 


E adivinhem??? Que belo tapa na cara! Que soco no estômago! Fui, naveguei e amei. 
Calei a minha boca e aprendi: nunca diga que não gosta de algo até experimentá-lo. 
Eu simplesmente AMEI O CRUZEIRO. Assim mesmo, com letras garrafais. E olha que eu estava com um bebê de apenas 1 ano de idade a bordo, tinha tudo pra ser uma experiência cansativa e traumática. Mas não foi. O bebezão se saiu melhor que a encomenda, brincou, se divertiu, foi um parceirinho e tanto. Ficou encantando com o mar e as ondas. Olha aí o meu sereio na janela da nossa cabine admirando a imensidão azul...


Foram sete dias a bordo do navio Monarch, da Pullmantur. Ele até não é dos mais modernos, é meio antigo, mas super confortável e gigantesco. Tem teatro, cassino, piscina, academia, spa, diversos restaurantes, quadra da basquete, espaço kids, café, lojas, espetáculos e claro, paradas em lugares lindos. O nosso trajeto incluía Colon, no Panamá, Cartagena de Las Indias, na Colombia, Curação, Bonaire e Aruba, as famosas Antilhas Holandesas, no meio do Caribe. 


Eu nem preciso dizer como foram lindas e apaixonantes as visitas nas cidades, né?!  Tudo excelente. Desde os passeios (que compramos dentro do navio) ateé os restaurantes que escolhemos através do ranking do TripAdvisor. Mas isso é papo para outro post. Se não bastasse as paradas, o navio por si só já garantia diversão com shows, brincadeiras, bingos e muita bebida liberada! Eu me tornei uma apaixonada por piña colada desde então!


Fora isso, o atendimento dos garçons e camareiros foi primoroso, além do resto da equipe. O navio é um grandioso hotel dentro d'agua. E é óbvio que tem alguns momentos tediosos, como as brincadeiras na piscina (acho chatíssimo), ainda mais quando você quer uma espreguiçadeira para ficar lendo. Em alguns momentos eu ia para uma parte mais reservada do navio, onde o silêncio e as ondas do mar me fizeram companhia, o sucesso foi tanto que consegui terminar dois livros que estavam na cabeceira há tempos. 


Minha dica sobre cruzeiros: procure o que mais se adapta as suas necessidades, seja temático para crianças, ou mais requintado para casais maduros que prezam por luxo e conforto. Aliás, esse é o ponto principal: escolha cabines mais caras ou com vista para o mar. O espaço e o conforto são necessários em dias que você passa em alto mar navegando. Com certeza a experiência vai ser ótima. Afinal, apesar de tudo que o navio oferece, luxo mesmo e ver pôr do sol em alto mar. Assim como a beleza prateada da lua refletida nas ondas negras da madrugada!  Tem uma música que eu adoro, da minha conterrânea Adriana Calcanhoto, que diz um pouco desse sentimento:

"Ah, se eu fosse marinheiro...
Seria doce meu lar 
Não só o Rio de Janeiro
A imensidão e o mar

Leste, oeste, norte, sul 
Onde um homem se situa
Quando o sol sobre o azul 
Ou quando no mar a lua

Não buscaria conforto,
Nem juntaria dinheiro,
Um amor em cada Porto
Ah, se eu fosse marinheiro..." 

30 novembro 2018

2019: tendência tie dye na decoração

Toalha de mesa entre o tie dye e o dip dye (quando se faz um degradê com a tinta) 
A técnica amplamente difundida nos anos 70, deixou de ser estampa de camiseta de praia e promete invadir a decoração das casas na próxima estação. O verão de 2019 pede toda a leveza do Tie Dye, a estamparia que não foi criada pelos hippies, não.

Almofadas com a técnica oriental conhecida como shibori
Pelo contrário, esse tipo de estampa artesanal, onde os mais diversos padrões são feitos através de amarrações nos tecidos já era utilizado pelos povos da Ásia e da África desde o século VI, e tudo feito com pigmentos e tintas naturais, obtidas através de flores, frutos e plantas.

Roupa de cama: luxo no estilo boho
A estampa tie dye combina com jogos de cama, toalhas de mesa, almofadas, guardanapos, toalhas e adivinhem? Já existem até mesmo azulejos inspirados nesse estilo tão lindo.

Novidade: azulejos em tie dye, marca Decortiles
Eu sou completamente suspeita para falar, porque eu amo essa ideia! Acho o tie dye lindíssimo e super em conta, aliás, vocês sabiam que eu estou estudando o tingimento natural, a impressão botânica e as fibras naturais?! Parece que o tie dye me deixou muito inspirada, minha gente! Aguardem que em 2019 vai ter muita "decor" linda por aqui! :)

Para deixar a mesa posta no capricho: guardanapos em tie dye

27 novembro 2018

Ai, ai, ai, Mamain: Amamentação

A amamentação, por si só, já é um tabu e tanto na nossa sociedade. Primeiro, porque durante toda a gravidez só se fala no parto, no bebê, no quarto, nos cuidados. Eu percebi que essa importantíssima parte da nova vida da mãe recém nascida é pouco falada, explorada, debatida. E em segundo lugar, a gente sabe que amamentar em público gera olhares e cochichos (que eu não ligo e nem dou bola). Amamento meu filho na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê. 

 
Mas amamentar é um desafio, sim. E não acontece de um jeito natural e simples. O bebê não vem com manual. Cada mulher tem um peito diferente e cada filho se adapta de uma maneira única.
De inicio, logo após o parto, vem o COLOSTRO, aquele líquido aguado pré leite e que a gente sabe que o bebê precisa. Vicente ao nascer e ao ser colocado no meu colo virou a cabeça em direção ao peito, tentei dar de mamar, acho que não fluiu, claro que não rolou, mas só me lembro de beijá-lo loucamente por minutos e mais minutos.

A minha primeira lembrança, foi lá, no quarto do hospital, com a enfermeira dizendo: "tá na hora do bebê mamar". E graças ao apoio que eu recebi na gravidez, com dois cursos de amamentação e mais o atendimento da minha enfermeira obstetriz, eu sabia o bê-a-bá da amamentação: pega correta, boca do bebê em toda aréola, queixo pra baixo, bico no céu da boca do bebê. Ahhhhh, monamu, na teoria tava uma beleza. Mas foi botar o guri no peito pro dilema começar...
Quem disse que ia ser fácil?

Enfia o peito ali, ajeita os braços do nenê acolá, e haja paciência, mamain!

O bebê precisava mamar a CADA TRÊS HORAS, ISSO MESMO, TRÊS HORAS!
Sabem o que eu fiz????
Chamava a enfermeira para me ajudar. SEMPRE! (Essa é a minha dica de ouro enquanto você estiver no hospital). Só assim, com o suporte de quem estava acostumada com o dia a dia dos bebês recém nascidos que eu entendi como era feita a pega correta.

Tava na hora de amamentar? Eu chamava a enfermeira! Sim, a cada 3 horas eu apertava o botão da enfermaria e prontamente TODAS elas, de TODOS OS TURNOS, me ajudaram! Entrei na terça e sai na quinta-feira do hospital. Ao deixar o quarto pensei: será que vou dar conta desse bezerrinho, sozinha em casa, sem dormir e a cada três horas?! Não me acovardei. Fui segura de que tudo ia dar certo

Óbvio que não deu! Mas estar segura e ter por perto pessoas que te dão apoio, faz toda a diferença. Eu recebi ajuda do pai do Vicente que me incentivava a dar o peito, da avó dele, da bisavó. Até a inerte almofada de amamentação fez toda diferença.

Mas foi no sábado que meu leite desceu e eu senti os peitos virarem dois vulcões quentes empedrados numa ampla erupção láctea. Me deu febre, alergia no corpo todo, calorão e indisposição. É a chamada  APOJADURA, um fenômeno de nome esquisito, mas super natural sobre a descida do leite. Neste emblemático dia, recebi a visita da minha enfermeira obstetriz, uma sacerdotisa do sagrado feminino, que me ajudou muito. Aliás, foi ali que eu aprendi a dar o "mamá" deitada (que alegria para quem não dorme muito como eu).

Nos primeiros 10 dias, mesmo mamando a cada três horas, Vicente não engordou nada, pelo contrário, perdeu peso. Voltei da primeira consulta pediátrica abaladíssima, achando que meu leite era fraco, que eu não sabia amamentar, cheia de neuras. Fiz a louca e comprei uma balança pra contar cada grama que o bebê ganharia e daí intensifiquei as mamadas num ritmo de operária da revolução industrial. Cada vez que ele mamava eu dava os dois peitos. Sim, e deixava ele esvaziar, eram 30/40 minutos amamentando. Só em propaganda amamentar dura um minuto, minha gente! É demorado, dá sede, cai até cabelo!

Tive a sorte de não ter complicações, nenhuma mastite, nenhuma dor ou ferida. Apenas um ducto obstruído, nada que uma boa massagem (simmmmm, massageie seu peito, amiga), não resolvesse.
 
De lá pra cá, Vicente não parou de ganhar peso, e eu que achava "esquisito" ver bebezão mamando, agora (pago a minha língua), e dou muito leite materno pro guri. Aliás, desde o nascimento do meu filho, amamentar é o verbo mais constante na minha vida. Sou - desde o primeiro dia - adepta da livre demanda. Ele mama quando quer, a hora que quer e a quantidade que quer. Amamentar me deixou muito mais próxima dos outros mamíferos, me sinto mais fera, mais bicho. Tipo vaca, uma vaca das divinas tetas e tretas! :)  


Segue a trilha para esse post tão cheio de leite bom para os caretas...

 


SOBRE AMAMENTAÇÃO: a gente precisa ter PACIÊNCIA, FORÇA DE VONTADE, RESIGNAÇÃO, PRIVAÇÃO DO SONO E NÃO EXISTE - EM HIPÓTESE ALGUMA - LEITE FRACO. Todo leite materno é divino, maravilhoso! Mas sei que muitas mulheres, por "N" motivos não puderam ou não conseguiram dar o peito aos filhos. Minha mãe, por exemplo, só me amamentou por 60 dias. Depois ela não teve mais leite. Isso não tornou ela melhor ou pior. Cada caso é um caso. E seja no peito ou na mamadeira o importante é o bebê ser alimentado, ok?!

09 novembro 2018

Hotéis do mundo: Cidade do Panamá

Ele é um pequeno país da América Central, mas apesar de pequenino é poderoso: já foi posse dos colombianos, franceses e americanos. E é ali que se encontra o Canal do Panamá, uma gigantesca obra de engenharia que liga os oceanos Atlântico ao Pacífico, permitindo a passagem de navios e alavancando o comércio marítimo internacional pela região. A economia panamenha é forte graças a essa construção que ficou pronta só em 1914. Pra se ter ideia, a moeda local se chama BALBOA, e na conversão para o DÓLAR, fica 1 por 1. Isso mesmo, um dólar é igual a um balboa, um câmbio dos sonhos, não é mesmo?

E quem disse que uma rápida passagem por um novo país não deixa suas marcas?! Foi no Panamá que eu vi pela primeira vez a Costa do Pacífico, e fiquei tão encantada nem deu tempo de sacar o celular da bolsa e fazer uma foto, eu quis mesmo era curtir o momento.


A cidade do Panamá é desenvolvida, possui arranha céus de mais de 60 andares e um trânsito pesado, de cidade grande. Cosmopolita e inquieta, a capital panamenha me conquistou, apesar do tempo feio e chuvoso que pegamos durante a nossa estadia.

 E por falar na estadia, preciso compartilhar a experiência do hotel que ficamos: Hilton Garden Inn Cidade do Panamá é nota mil! Ótima localização, atendimento, conforto e alimentação. Não é um hotel de alto luxo, mas cumpre seu papel com exímia qualidade.


O Hotel é moderno, com confortáveis sofás no seu lounge de entrada. A recepção é feita com um delicioso drink sem álcool, e o atendimento durante o check in e check out é perfeito. Recomendo fortemente esse hotel pelo custo/benefício e por ter instalações internas amplas, arejadas e sempre limpas.


A área comum da entrada do hotel é muito aconchegante e permite que você desfrute do lounge sem ser incomodado.


Outro ponto forte são as acomodações: cama imensa, ar condicionado, luzes indiretas, TV, frigobar, cofre, mesa, poltrona de leitura, banheira, etc...
 


Nosso quarto não tinha a vista mais espetacular da cidade, mas dali víamos que estávamos perto de shoppings, cassinos, Hard Rock Cafe entre outras atrações. Aliás, conseguimos nos locomover pela cidade usando o Cabify e foi muito mais em conta do que usar taxi.


Deixamos a capital rumo a Colón, no outro extremo do país, e adivinhe?! Cruzamos o Panamá  - do Pacífico ao Atlântico, em apenas 2 horas de viagem de carro. E mesmo debaixo de chuva eu adorei esse país!


09 outubro 2018

Moda: o verão neon vem aí

Para quem gosta de um "trend alert" segura essa marimba, monamu: o verão vai ser neon! Muita cor de caneta marca texto pelas ruas, minha gentyyyy: rosa choque, verde limão, amarelo neon, laranja intenso. Quem não gosta de ser básica vai amar essa tendência.

Aliás, tudo começou no verão do hemisfério norte. Musas do Instagram, artistas e celebs abusaram de vestidos e biquinis "neons". E quem desfilou para lá e pra cá nos tons fluo foi a deslumbrante Kim Kardashian West. A morena aproveitou a intensidade das cores para salientar o bronzeado.

Kim Kardashian abusou do neon em vestidos justos e feitos para o calor.

Mas calma, que a tendência também apareceu nas passarelas da NYFW e com toda certeza vai chegar aqui no Brasil. O estilista Jeremy Scott que sempre foi fã do neon, apostou na tendência com looks descomplicados.


Já numa pegada mais étnica e cheia de vestidos, Prabal Gurung trouxe leveza, beleza e muito neon  às passarelas do New York Fashion Week. Achei a proposta dessa coleção lindíssima.


Pelo visto, teremos um verão bemmmmmm chamativo, não é mesmo?! Eu adorei porque ainda tenho algumas peças neon de coleções passadas (pq aproveitar o que a gente tem é consumir com consciência) e acho as cores vibrantes super indicadas para o verão! Te joga! 

18 setembro 2018

A decoração do quarto do Vico

Quando o quesito é decoração, vocês sabem que eu gosto de colocar a mão na massa e fazer praticamente T U D O! Lembram da parede de adesivos que eu fiz no meu lavabo?!
Bom, desta vez não poderia ser diferente! Ainda mais se tratando do quarto do meu filho, né?
Pesquisei muito, vi referências e pensei muito sobre temas e cores. Particularmente, não gosto de quarto azul com príncipes e ursinhos. Gosto de cores neutras, decoração sem gênero e um ar moderno.


Depois de muita dúvida defini que as cores das paredes teriam cinza, preto e branco. E a composição do móveis foram brancos, cinzas e em cor de madeira. Depois disso, pequenos detalhes em amarelo entrariam na decoração (afinal, a vida tem que ter um pouco de cor, né?).

Comecei escolhendo o berço do Vicente, queria algo que lembrasse o berço de madeira que tive quando fui bebê. Depois de muita pesquisa, achei um exatamente como queria na Ameise Design. Berço de madeira Jequitibá, estilo retrô e que vira uma mini cama para quando ele for maiorzinho.



Depois de encomendar o berço, eu mesma - simmmmm - grávida de 5 meses -  decidi pintar as paredes and adesiva-las com os triângulos incríveis da PrintMe. Nem preciso dizer o quanto eu morri de amores por essa parede adesivada e como ela ficou ainda mais bonita com os quadros da ALFmabi e a placa de padaria da El Cabriton (minha loja favorita de tshirts em Sampa).



Com o tempo a decoração ganhou cadeira de amamentação, cama de solteiro, tapete, mais quadrinhos, estante para livros e por aí vai.


Reparem que eu não usei filtros nas fotos, deixei com a luz do quarto mesmo. A gente costuma deixar o abajur ligado com uma lâmpada amarela, para dar mais aconchego ao ambiente. E apesar de não ser um quarto de revista, com toda aquela parafernália infantil, eu sou perdidamente apaixonada pelo projeto que criei. E adivinhem quem é que adora ficar aqui? Curtindo o espaço dele? Vicente, é claro!