30 setembro 2015

Tem vídeo novo no canal: O que é ser prendada?!

Decidi perguntar para os amigos e amigas o que é ser prendada.

As respostas são ótimas e as definições as mais variadas possíveis.

Coloquei tudo num vídeo e divido aqui com vocês: são 2 minutos e 57 segundos de encantamento (pelo menos para mim)! Afinal, eu descobri que no fundo, todo mundo é prendado e de diferentes formas.

Não é apenas cozinhar, costurar ou ter habilidades manuais, mas sim, fazer tudo com amor!

 

Quero agradecer a participação de todos os envolvidos:

Marina Ribeiro, Cibele Carvalho, Carolina Zogbi, Monique Bittencourt, Tuca Padilha, Cris Dalcin, Kellen Caldas, Camila Pocztaruk, Carolina Dias, Bruna Kubaski, Luciane Farias, Andressa Pesce, Néia Nazareth e Rafael Machado!

Aos amigos que participaram e não estão no vídeo é porque o arquivo veio com problemas...snif, snif.

Gratidão sempre!

:)

17 setembro 2015

MESA PARA DOIS

Tem aplicativo novo no pedaço!



O crushing table conecta pessoas que não se conhecem e que fariam a refeição sozinhas para dividir a a mesa em um restaurante.

Marília Duque é a criadora do aplicativo e tudo começou quando ela percebeu que era constrangedor estar só em um restaurante.

Eu também detesto comer sozinha, sabiam? Será que a moda pega?! Acho que vou baixar!

O aplicativo, gratuito, está disponível para IOS e Android.

www.crushingtable.com.br

13 setembro 2015

Enquanto você cozinha, de Viviane Zandonadi

Eu leio revistas! Sim, leio e adoro!

As minhas preferidas são Casa&Comida, Bons fluídos e Vida Simples. 

E foi nessa última que eu li um texto tão apaixonante sobre a arte de cozinhar, que decidi dividir aqui com vocês!

Para quem gosta de textos longos e incríveis: deliciem-se! 



Comecei cortando cebola, que refoguei com alho e pedacinhos de lombo de porco. Ao fazer lentilha, uma das coisas de que mais gosto é o perfume que sobe da fervura. O caldo, tingido pelas sementinhas cozidas, fica escuro e brilhante. Largo sobre ele uma folha de louro. Ela navega. Enquanto mexo o caldeirão, desato em meus pensamentos os nós de um texto difícil e respiro aliviada: essa receita eu vou comer de colher, no prato fundo.

Trabalho em casa, escrevendo, e passo boa parte do tempo castigando o teclado atrás do fio da meada que às vezes fica todo embaraçado. A cozinha está logo ali, magnética. Sei que se precisar de uma porção de clichês particulares é só destampar algumas panelas. O chiado da pressão me mantém alerta, há o barulhinho bom de uma bebida sendo despejada no copo e, bem cedinho, os preparativos do café da manhã vão deixando vestígios: a chaleira apita, a máquina mói o café, as louças se esbarram. Coisas assim. Às vezes, os dedos titubeiam no meio da tarde e sofro de bloqueio de escrita. Meio que sem método e sem medida, paro de trabalhar e faço carne de panela com batatinhas. Desse jeito, o tempo me parece mais maleável, os pensamentos ganham nitidez e eu, que me sentia acuada pelo tique-taque do relógio, em menos de uma hora tenho o jantar pronto e um novo ânimo para continuar aquele texto, porque afinal cozinhar costuma me ajudar a encontrar saídas no labirinto criativo.

 Dissolve angústias, orienta uma decisão. Não é sempre que dá certo. Depende da inspiração e do que tem na geladeira. Quando funciona, porém, a coisa é um tanto mágica e deixa aquela sensação de completude. “Enquanto eu cozinho, tenho convicção de que posso matar ou tornar doce a vida. Vigio meus pensamentos mais secretos, lavo as mãos com sal se a coisa desanda. Canto cantigas ancestrais de velhas senhoras que cozinharam para a humanidade. A tristeza tempera na proporção de fazer saudade. Não mais”, me disse, em bem temperados termos, a contadora de histórias e autora de livros infantis Penélope Martins.

Acho que quando é assim, o que se faz é um tipo delicado de feitiçaria...

Cozinho, logo penso

No livro A Cozinha das Escritoras (Benvirá), a italiana Stefania Aphel Barzini conta que, desde bem mi - úda, Agatha Christie fazia da cozi - nha seu refúgio predileto. Quando seu pai morreu, em 1901, ela estava com 11 anos. Em vez de ir ao funeral, preferiu passar o dia entre pratos e fogões, aprendendo a fazer pão e frutas cristalizadas, fervendo juntos água e açúcar. Mais tarde, a autora de tantos casos de mistério diria que os melhores momentos para inven - tar uma história eram aqueles pas - sados ao fogão, que cozinhar e escrever eram ofícios muito parecidos.

Para Michael Pollan, cozinhar é uma das atividades mais interessantes e recompensadoras que podemos fazer. “Trabalhar com massa de pão me ensinou a confiar em minhas mãos e em meus sentidos na cozinha e a acreditar no que eles me diziam a ponto de me libertar das amarras das receitas e dos copos medidores. Cozinhar nos situa num lugar muito particular. Cozinhar carrega uma força emocional ou psicológica da qual não podemos ou não queremos nos livrar.” Pollan é um pensador. Autor de vários livros em que trata da relação cultural e física que temos com a comida, acompanha a trajetória dos alimentos e questiona a indústria. É um jornalista-ativista defensor da alimentação saudável. No livro Cozinhar: Uma História Natural de Transformação (Intrínseca), ele explica que no “fim da meia-idade” se deu conta de que preparar o próprio alimento era a resposta para muitas de suas preocupações e questionamentos. “Se cozinhar é, como dizem os antropólogos, uma atividade que nos define enquanto seres humanos – o ato com o qual a cultura surge –, então talvez não devêssemos nos surpreender com o fato de que assistir ao desenrolar desses processos desperte emoções tão profundas.”


Cada coisa em seu lugar

O mensageiro eletrônico faz uma entrega. É de Renata Helena, repórter e estudante de gastronomia. Sabendo que estou investigando o que vai pela cabeça das pessoas quando cozinham, ela sugere que eu assista à série da Netflix “Chef ’s Table”, que acompanha os bastidores de alguns lugares especiais espalhados pelo mundo, perfilando grandes nomes da gastronomia. Na abertura do quarto episódio, Niki Nakayama, do restaurante N/Naka, em Los Angeles, diz: “Cozinhar é a única coisa que, enquanto eu faço, sinto poder confiar inteiramente. Quando monto um prato, minha mente se esvazia por completo. Tudo se baseia no sentimento. Isso deve ficar aqui, isso deve ficar aqui, isso parece bem aqui, isso tem que ficar aqui. Acho que é semelhante àquele estado de meditação ao qual as pessoas podem chegar, quando já não ouvem mais sua mente e só há aquele momento, o presente.
Nesses instantes, uma música toca na minha cabeça e eu não sei como me livrar dela.

Concentrar-se na execução de uma receita colocando-se por inteiro naquele instante e em seu processo é uma oportunidade de acomodar as coisas em seu lugar e de lançar sobre elas um cuidado e uma atenção que permita contar uma história, tomar distância de conflitos internos e dar a eles também um novo olhar. Pergunto para a paraibana Lia Beltrão o que ela acha da minha técnica de “panelaterapia”, amadora e intuitiva, que consiste em fugir temporariamente das obrigações pedindo abrigo na cozinha. “Quando você está trancada no texto e vai para a cozinha, faz uma troca brusca de paisagem. Sai para um ambiente de criação muito mais aberto, mais livre, mais generoso.
É como se aquilo penetrasse no espaço da tua mente e, de repente, naquela abertura vem outra Viviane para olhar aquele texto.” Lia é jornalista. Em Timbaúba, interior de Pernambuco, ela mora no Centro de Estudos Budistas Bodisatva (Cebb Darmata). É uma das três pessoas responsáveis pela cozinha, onde desenvolveu uma oficina que combina práticas de meditação, culinária e ensinamentos do budismo tibetano a fim de ajudar as pessoas a perceberem que na cozinha elas já entram com uma postura-padrão que tende a atrapalhar sua percepção.

Essa visão normalmente é estreita, apertada. Para conhecer e identificar esses padrões, Lia propõe uma primeira etapa de atividades lúdicas em que apresenta a roda da vida, ensinamento tradicional do budismo que relaciona seis visões de mundo associadas a seis emoções perturbadoras: carência, preguiça, raiva e rancor, apego e manutenção das coisas, inveja e competição, orgulho. “A gente vai passando por esses ambientes mentais e entendendo que eles são apenas ambientes mentais. Na cozinha, um mesmo ingrediente pode ser visto de maneiras diferentes, você pode ver uma lentilha e sentir raiva e não querer prepará-la. Ou pode olhar pelo lado da criatividade e do prazer e querer trans - formá-la em um manjar.”

Ao longo da oficina, os participantes alternam culinária e prática de meditação e, à medida que avançam, vão abrindo espaço para uma nova postura. A ideia é conseguir se descolar da visão estreita e adotar outra, mais aberta, ampla, generosa. Por fim, desse lugar em que as emoções perturbadoras se ausentam, percebe-se melhor o que é importante. “Primeiro a gente recua, depois escolhe esses novos olhares e vai se interessando pelo ingrediente, pelo produtor, como as coisas são feitas, sua trajetória. A parte técnica é um pequeno adorno”. Essas pessoas que preenchem o tempo com longas horas em que cozinham, comem, conversam e silenciam juntas, também podem se sentar ao redor da mesa para separar a sujeirinha do feijão em um contra - ponto nostálgico aos barulhos típicos da casa, como o bater dos pratos e panelas – quem se lembra de escolher feijão com a vovó? Eu lembro bem. Imaginemos, pois, que no fim de uma dessas coletas essas pessoas ergam as cabeças, troquem olhares de cumplicidade e ofereçam um feijão inteiro e intacto pelo pensamento do colega naquela hora mágica, aquela hora em que os aromas da cebola e do alho escapam da panela.

09 setembro 2015

FÉRIAS

Gente boa e amiga!

Estamos entrando de férias! Yesssss!

E nesse ano, o destino é a Europa! Vou conhecer 3 cidades ainda novas para mim, e claro, rever a minha amada Paris!


Mas não se apavorem que esse blog vai ter novidade, conteúdo e atualizações durante a viagem.

Não vai ser com a mesma intensidade de agora, mas prometo não deixar de lado o meu blog tão amado!

Então, até breve! 

E preparem-se, que logo, logo, vai ter muita coisa boa por aqui!

#prendadaontheroad

Beijos,

07 setembro 2015

Tem bar novo no Rio: Metrópole

Botafogo já tem lugares maravilhosos para quem quiser comer, beber e curtir a noite com os amigos.

Agora, o bairro acaba de receber mais uma nova casa: Metrópole.

Foto: Paulo Ferreira 
O lugar é moderno, com uma decoração bem urbana - que lembra alguns bares de Nova Iorque.

Conta com grafites nas paredes, uma linda mesa de sinuca (R$ 20,00 reais a hora para jogar) e até mesmo, uma mini galeria com obras de diversos artistas.

Foto: Paulo Ferreira

Gostei da acessibilidade para cadeirantes e da decoração do local.

No cardápio: hambúrgueres e hot dogs, acompanhados de fritas ou onion rings. A carta de cerveja trás delícias artesanais e as holandesas Heineken e Amstel. Ponto para eles. :)

Quanto aos pratos, vamos aos fatos...


Tudo é servido nessas caixas, ideia bacana mas pouco ecológica (a não ser que o papel seja reciclado).

Eu experimentei um hot dog feito com salsicha alemã grelhada na churrasqueira e enrolada em suculentas fatias de bacon. Ainda acrescentei gorgonzola e cebolas caramelizadas. Ficou divino.




Mas o ponto fraco ficou por conta do hambúrguer! Em nenhum momento, é dito no cardápio ou pelos garçons, que o recheio opcional é dentro da carne. Apenas o bife do hambúrguer recebe os condimentos. E daí ele se torna simples e até um pouco estranho. Com pão, molho e carne. 


Pão, molho e hambúrguer: podia estar mais claro no cardápio
Então, eu recomendo que você peça o hot dog, que é clássico e super saboroso. Mas para quem gosta de fazer testes empíricos e não tem medo de arriscar...se joga e aproveita! 





Metrópole Art'n Grill

Endereço: Rua Capitão Salomão, 57 - Botafogo 
Telefone: (21) 2537-5062
Funcionamento: De 3ª a 5ª, das 17:00 a 01:00; 
Sexta e Sábado, das 17:00 às 02:00; e 
Domingo, das 17:00 à 0:00
Redes sociais: facebook.com/metropolerio
Email: contato@metropolerio.com
Site: www.metropolerio.com
Formas de pagamento: Dinheiro, Visa crédito e débito, Master crédito e débito, Sodexo, Visa Vale e Ticket Refeição.

05 setembro 2015

DICA DE LIVRO: A mágica da arrumação

Na livraria: eu via o tal livro da japonesa Marie Kondo e ficava encantada com a capa. Sei lá, algo despertava minha atenção. Li por cima, vi o preço, achei barato e comprei.

Ao começar a ler, gostei dos "ensinamentos" dessa guru da organização. 

E sim, já coloquei em prática o que ela diz. 

Em resumo o lance é pegar a roupa, o livro, o sapato e fazer a seguinte pergunta: "Essa roupa me trás felicidade?", "Esse livro me deixa feliz?", "O sapato me trás alegria"? 

Se a resposta for sim, você mantém a peça na sua casa. Do contrário, desapega. Manda para doação ou vende.

As dicas são ótimas e muitas eu já sabia e praticava na minha casa, como por exemplo: NUNCA fazer bolinhas com as meias. É sério!

Coloquei aqui os tópicos mais importantes do livro! Aproveitem!


OS DEZ MANDAMENTOS DA ARRUMAÇÃO DA CASA, SEGUNDO A GURU JAPONESA MARIE KONDO
1. Arrume tudo de uma vez.Organizar a casa é promover uma revisão do estilo de vida e do nosso jeito de pensar. Isso requer uma ruptura radical. Acreditar que se pode arrumar uma gaveta por vez, empurrando o restante da tarefa com a barriga, é uma armadilha que leva à frustração.
2. O primeiro passo é descartar.As pessoas guardam coisas na ilusão de que serão usadas um dia ou por preguiça de avaliar se são relevantes. Reúna todos os itens parecidos, como roupas e livros, e faça uma limpeza sem dó: não raro, 60% daquilo que acumulamos é inútil
3. Jogue tudo que não lhe traz alegria.Só vale a pena guardar aquilo que realmente for usado ou tem um valor sentimental de fato. Sabe aquela blusa que você ganhou, mas não gosta muito e só mantém no guarda-roupa por pudor em se desfazer? Perca o temor: é já para o lixo (ou a doação).
4. Separe as coisas por categoria.Um erro comum é distribuir itens do mesmo tipo - como roupas, livros ou papéis - por vários cômodos e armários. Organizar tudo por categoria permite ter uma noção global dos pertences e evita o surgimento de novos focos de bagunça
5. Dê visibilidade às coisas.Empilhar roupas e livros é arrumar sem critério: com o tempo, muitos itens sem utilidade acabam esquecidos no fundo das gavetas e estantes. Organize com a lógica de uma biblioteca, fazendo com que todos os pertences fiquem acessíveis e à vista
6. Deixe itens sentimentais por último.Começar a arrumação por fotos de família e souvenirs amplia a chance de insucesso: as pessoas gastam tempo em considerações emotivas e perdem o foco do essencial. Ataque primeiro os pepinos mais óbvios e volumosos, como as roupas
7. Evite a intromissão dos parentes.A presença de mães, avós e irmãos pode ter um impacto psicológico negativo nessas horas: na cabeça deles, pode parecer inadmissível ver você jogando certos itens fora. Muitas vezes, a solidão é a melhor aliada na hora de arrumar a casa
8. Prefira o silêncio.Arrumar a casa é, em certa medida, um exercício de revisão interior. Televisão ligada, música alta e conversa fiada abalam a concentração necessária para a tarefa. Marie Kondo recomenda, no máximo, ouvir música instrumental amena - e em baixo volume
9. Não compre produtos especiais para organização.É enganoso achar que a bagunça acabará apenas colocando tudo dentro de caixas divisórias e afins. Se sua casa é desarrumada, esses produtos supostamente milagrosos não serão apenas inúteis: vão se somar à bagunça
10. No dia-a-dia, siga um ritual para lidar com os objetos.Ao chegar em casa, por mais cansado que você esteja, resista à tentação de ir largando as roupas pelo chão e de entulhar o sofá com bolsas e outros itens. Só relaxe depois de colocar cada coisa em seu devido lugar

03 setembro 2015

Mesa posta para pensar nas férias

Que viajar é bom todo mundo sabe! Mas programar as férias, exige pesquisa, disciplina, economias guardadas e claro uma vontade louca de conhecer o novo. 

Pensando nisso, fiz um jantar tentando instigar o meu companheiro de viagem para lugares lindos. 

O resultado da mesa posta tá aqui no blog, acompanhe:


Aqui utilizei um jogo americano em forma de louza e escrevi alguns destinos


Mais detalhes para compor a mesa que pode ser informal, sem toalha e super descontraída


Amarelo, preto, e guardanapo de listras: combinação que deu certo. 


Na mesa coloquei guia de viagens e um mapa estilizado, além de um álbum de fotos das últimas férias. 


Prontos para pensar nas férias?

Com uma mesa dessas fica difícil não querer viajar!

Beijos 

02 setembro 2015

Cozinhando para estranhos

Lendo ali, pesquisando aqui, eu descobri um projeto bem diferente e inusitado. 

Já se imaginou cozinhando para aquele vizinho que você nunca conversou? Pois essa é a ideia principal do COOK FOR STRANGERS.

O chefe de cozinha de Singapura, Addis Tan, quer incentivar qualquer um a colocar a mão na massa, distribuir os pratos e compartilhar nas redes sociais com a hashtag #CookForStrangers

O objetivo é simples: viralizar a iniciativa e espalhar mais gestos de afeto pelo mundo!

Sacada boa, hein?! Eu adorei!

Quer saber mais sobre isso? Entra aqui na fanpage dos caras!

Beijos,

01 setembro 2015

É hoje: 1 ano do blog

Hello, amorecos!

Tudo bem por aí?! Eu andei um pouco sumida, trabalhando a mil e também tô com uma lesão no joelho. Por isso, as coisas estão um pouco paradas.

Mas hoje eu tinha que fazer essa postagem especial para vocês!



Nesse primeiro de setembro o blog completa um aninho, e eu não poderia imaginar que tanta coisa legal pudesse ter acontecido nesse tempo.

As trocas de experiências, idéias, contato com tanta gente diferente e cheia de conhecimento para compartilhar. Nossa, foi tudo MUITO BOM!

Quem me conhece sabe o quanto sou apaixonada pelo mundo dos blogues, aliás, sou blogueira há 10 anos. 

Criei um reduto virtual para poesia, música e devaneios em 2005 e ele tá até hoje no ar (um pouco escanteado, mas sempre amado): WONDERPREE

Desde então, sempre tive a vontade de partilhar mais inspirações, sejam elas gastronômicas ou decorativas. E foi assim que nasceu o QUE PRENDADA!

Um outro segmento dessa Priscilla que vos fala, uma das minhas facetas, um lado que poucos sabiam que eu tinha, e que desejei tornar público. Sem vergonha ou medo de falhar.

Como muitos sabem eu trabalho na televisão, sou jornalista por formação e repórter há 10 anos. Amo o que faço mas admito: é uma jornada de dedicação extrema, inclusive nos finais de semana e feriados.

Por isso, às vezes, falta tempo de escrever por aqui e de me dedicar ainda mais a esse projeto tão apaixonante.

Hoje, nesse primeiro aniversário, quero agradecer a todos vocês que acessam o blog, que seguem o #queprendada no Instagram @prendada e no facebook. :)

Cresci muito com o apoio e a ajuda de cada um de vocês.

Aliás, vai aqui um obrigada especial para a Bruna Martins, do Dondoca Urbana, que sempre me incentivou com o blog. Ao meu Pai, que mesmo de longe ficava na expectativa de novas receitas. As amigas queridas: Kellen, Tuca, Gabriela, Cibele, Andressa e Taline que sempre curtem as minhas invenções. E ao meu amado Vinicius, que além de apoiador, investidor e editor ainda topa ser cobaia para as minhas receitas.

São vocês que me inspiram a trazer mais novidades!

E por falar nelas, preparem-se que em breve nosso canal no youtube vai ter vídeos semanais. Já te inscreve AQUI para não perder os vídeos.

Ah, nesse mês de aniversário, teremos muitos presentes, novidades e prendices!

Então, fica de olho nas nossas redes socias e vem comemorar comigo!

Um beijo,