22 julho 2016

Otimismo em tempos de crise



Não tá fácil pra ninguém. Empresários, funcionários, empreendedores: todos estão na luta para manter os negócios, garantir emprego e renda e, claro, ver os sonhos se tornarem realidade. Mas um ano com uma baita crise política e econômica - que mais divide as pessoas do que soma - não parece ser dos melhores, certo?! Errado: é nessas horas que precisamos ter otimismo!

Calma, não tô falando daquele otimismo bobo, de uma alegria infantil, que é alheio à nossa realidade. Mas vocês me dizem: "Ah, pára, Priscilla. Estamos em meio ao caos, instabilidade financeira, corrupção, refugiados, problemas climáticos, desemprego, etc". Tá, eu sei que temos essa avalanche de fatos preocupantes e notícias escabrosas, mas calma: deixa eu falar o que penso...

É preciso voltar a nossa mente e as nossas emoções para o resgate das coisas boas, e é aí que entra o otimismo. A sociedade precisa encontrar caminhos para aliviar essa demanda estressante, seja através do conforto físico, do alívio emocional ou da espiritualidade. A tecnologia deixou o mundo mais rápido, as informações são disseminadas com velocidade, o consumo é imediato. A vida através das postagens é  instantânea e divertida, mas o exagero cria egocentrismo, isolamento e solidão. O jeito é fugir, se desligar do virtual, e se conectar no natural.

Essa corrente já começou, e em várias frentes: seja na alimentação não-industrializada, nos produtos feitos a mão, nos coletivos de vendas, na comida orgânica, até nos tratamentos de beleza, que prometem cuidar não só do corpo mas também da mente, constituindo terapias mais completas. Trata-se de uma maneira de ver a nossa existência como algo coletivo, natural, onde todos estão conectados - não apenas com computadores - mas em sintonia com as outras pessoas, o planeta e até o Cosmos. Ligações mais verdadeiras do que apenas "likes" ou seguidores em redes sociais.

E o otimismo, ele vai ser a mola condutora para esse salto, esse avanço, essa evolução da gente parar de só pensar no nosso umbigo e ver o coletivo como uma nova visão de futuro. 

Beijos!

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