12 julho 2016

É tempo da economia de rua


O movimento já começou: a coletivização está mudando até a ocupação das cidades. Afinal, temos uma concentração cada vez maior da população nas metrópoles e o desejo de ter uma melhor qualidade de vida está aumentando nas pessoas.

A tendência é simples e contraria o que aconteceu no passado recente: as pessoas querem buscar lazer e compras nas ruas. Isso mesmo! Queremos escolher nossos legumes na feira, degustar o chope artesanal feito por um amigo enquanto o sol se põe ou simplesmente percorrer barraquinhas de artistas e artesãos e ver que as mãos são capazes de criar belezas!

Uma grande onda de interesse e desejo pelos espaços públicos e abertos está tomando conta de várias cidades pelo mundo. E o bom nisso tudo é que gera maior interação entre o local, os consumidores e os produtores. É o chamado compre de quem faz, uma maneira de trazer os produtos sem intermediários.

As feiras livres, os food trucks, as festas de rua. Estes são sinais de um movimento que tende a aumentar. Além disso, é possível aliar essa nova maneira de consumo com a criação de produtos e realização de eventos em colaboração. Uma pessoa ajudando a outra. Ó que lindo, minha gente! :)

Os consumidores gostam de conhecer quem produz e querem investir no natural e artesanal. Claramente falando a economia de rua nada mais é do que consumo consciente, uso responsável de recursos, sustentabilidade e comércio justo. Atitudes que vieram para ficar e quem apostar nisso vai sair ganhando.

Até a próxima!

Beijos,


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