31 outubro 2016

A minha festa de Halloween



Eu sei que a data é uma invenção nem um pouco brasileira. Mas pra quem não sabe, grande parte da tradição do Halloween, do Dia de Todos-os-Santos e do Dia dos Mortos pode ser associada ao Samhaim. O Festival do Samhaim era uma celebração celta (entre os anos de 600 a.c a 800 a.c) em que se acreditava que as almas dos mortos retornavam a suas casas para visitar os familiares, para buscar alimento e se aquecerem no fogo da lareira. Algo respeitoso e que marcava a virada do ano celta e também a chegada do inverno no hemisfério norte.

Mas de lá pra cá (e olha que muita água rolou, o cristianismo dominou a Europa, irlandeses e ingleses foram imigrar para os Estados Unidos, tivemos guerras santas, inquisições, etc), muita coisa mudou.

Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um caráter completamente distinto do que tinha no princípio. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria.

As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a festa original. Hoje, nos Estados Unidos a tradição é se fantasiar e entre as crianças a brincadeira mais famosa é de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, "doce ou travessura").

Mesmo longe de ser uma tradição ou um ritual de celebração no Brasil, eu acho que toda festividade merece atenção! E, pelo segundo ano consecutivo preparei uma festinha de Halloween na minha casa. Vou compartilhar por aqui algumas ideias com vocês, que tal?

Mesa começando a ser preparada. Tivemos comida mexicana e docinhos variados. 



Entre os petiscos: guacamole na abóbora

Vandinha Addams e seu gazpacho do Drácula com pedacinhos de bacon. Tem como resistir?

Para prato principal tivemos chilli e machaca com tacos e burritos, oh que lindeza essa machaca no caldeirão da bruxa
O clássico branquinho ficou crocante por fora e macio por dentro

Mousse de chocolate com Biscoito Oreo e Hortelã 
Não podia faltar: o clássico brigadeiro ganhou nome de filme 
E para finalizar, minha invenção favorita: brigadeiro com raspas de limão siciliano 
Mas o que deixou a festa realmente boa foi a disposição e alegria dos amigos que entraram o clima e se fantasiaram

Demais hein, pessoal?
Eu amei ver meus amigos e amigas fantasiados, até a trilha sonora da festa teve músicas de terror com tentativa de coreografia do clássico "Thriller" do Michael Jackson! Aos envolvidos, o meu muito obrigada! De coração! 

Beijos, 

26 outubro 2016

Kids: fantasias para o Halloween

Apesar de não ser uma tradição do nosso país, muitas escolas entram no clima "gringo" e organizam festinhas de Halloween nessa última semana de outubro. Com isso, algumas mamães têm o dilema de fantasiar seus filhos. Não é que falte vontade, mas, às vezes não temos é criatividade para tal tarefa. Pensando nisso, eu selecionei algumas ideias originais e super fáceis de serem feitas! Vamos lá?! Espero que vocês gostem e se inspirem! :)

Para começar: a clássica bruxinha não podia faltar!
E que tal ser o vilão mais aterrorizante do Batman?! O palhaço Coringa!
Bebês também podem entrar na festa: essa ideia de colocar uma cara de fantasma na saia de tutu foi genial.
Faixas, gazes, um pouco de pancake e tinta no rosto e seu pequeno vira uma múmia e tanto!
E essa punk revoltada? Com saia de tutu, meia rasgada e all star! Ganhou meu coração!
As  fantasias do dia das Bruxas também podem ser lindas homenagens, como essa para David Bowie.

Parecem bruxinhas mas não são! Vocês lembram das 3 fadas madrinhas da Cinderela? Pois aqui, estão!

Tem bebê polvo muito amado e engraçado sim!




E esse pequenino que virou um Chuck fofíssimo, hein?

14 outubro 2016

Outubro Rosa

Pensem numa campanha que faz a gente se lembrar da importância de cuidar da saúde?! Essa é a proposta do Outubro Rosa. Uma campanha mundial de conscientização sobre o câncer de mama. Uma das doenças que mais atinge as mulheres.


E para o alerta surtir efeito é simples: basta se tocar! O auto exame feito nas mamas, é o primeiro passo para sentir algum sintoma, ou seja, os nódulos na região mamária e axilas. Por isso é tão importante se tocar, minha gente!

A Duloren, marca de lingerie que entende muito bem os desejos e as necessidades das mulheres, entrou com tudo nessa campanha. As peças vêem com um folder mostrando tim-tim por tim-tim como realizar o auto exame! Achei a ideia genial!


Aliás, vocês andam consultando um(a) ginecologista?! No exame de revisão, peça para o seu ou a sua médica examinar suas mamas! Cuidar da nossa saúde, a  feminina, é uma forma de empoderamento, e claro, de ter mais qualidade de vida!

Afinal, com saúde a gente não brinca!  

Beijos!

03 outubro 2016

O que é a decoração Shabby Chic

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Muita gente ainda não conhece o estilo Shabby Chic, mas com certeza já viram ou até mesmo possuem alguma peça dele em casa. Shabby (que em português significa: surrado, gasto ou velho) acompanhado de chic dá nome a esse estilo sofisticado, mas com um quê de ar propositalmente decadente.
Com origem lá na década de 1970, o estilo surgiu nas casas da Inglaterra e logo conquistou adeptos pelo mundo todo. As principais cores usadas nesse estilo de decoração são branco, bege, marrom, cinza e salmão. Metais com ferrugem, pinturas descascando, tecidos desfiados e diversos elementos que remetem ao desgaste pelo tempo.

Mas calma: nesse estilo também são usadas flores, artigos de madeira, molduras de quadros vazias, tecidos florais, lustres grandes e de cristais. Ambientes com muita luz natural também são importantes nessa decoração que beira o romantismo.



Como o estilo nasceu

Existe uma briga, e até mesmo um impasse, entre ingleses e americanos, e vou explicar o porquê.

Os ingleses buscavam uma decoração de estilo mais moderno e sofisticado. Com isso, comerciantes de lojas de antiguidades e de segunda mão estavam cheios de mobília vitoriana e com muita madeira. Ninguém queria mais essas peças. (Imaginem?! O desaforo deles!) Mas aqueles consumidores que não tinham dinheiro para investir em móveis modernos, tiveram que se contentar com esses móveis que foram restaurados, e assim surgiu o estilo. Foi aí que a decoradora americana Rachel Ashwell, batizou o estilo de Shabby Chic e abriu uma série de lojas com objetos chiques e desgastados.