25 janeiro 2019

Ritual dos desapegos

Quer comprar roupa linda e com preço mais lindo ainda?! Passa lá em Botafogo no nosso "Ritual dos Desapegos" no próximo sábado, dia 26 de janeiro.


Reunimos um grupo de 20 mulheres que abriram o guarda-roupa e selecionaram peças especiais para vender. Nossa ideia é renovar as energias, eliminar o excessos, estimular o desapego e gerar o consumo consciente! Vem que vai ser lindo! :)

23 janeiro 2019

As árvores de Clarice

"Quando olho para uma árvore e percebo sua calma, também me acalmo. As árvores estão sempre profundamente enraizadas no Ser", a frase da artista Clarice Borian resume sua obra mas expande nosso espírito. Basta olhar o precioso trabalho que ela faz em folhas secas, ela descobriu um jeito inusitado de bordar: nas próprias folhas das árvores. Saiba mais em https://www.clariceborian.com



15 janeiro 2019

Panelas & Peitos

Começa a semana e eu tô aqui sentada no sofá da sala pensando "qual o menu gastronômico que agradaria um ser humano de apenas 1 ano e 3 meses"? Enquanto passo a mão no livro de receitas para bebês, me lembro das batalhas diárias que a minha mãe enfrentava para que eu quisesse comer. Apesar de ser uma criança tranquila e tímida eu era terrível para almoçar e jantar. Fazia cara de nojo, cuspia a comida escondida, dava para as amigas comerem (Karol ganhava minhas panquecas com prazer), enquanto minha mãe não via. Enfim, fazer uma refeição era uma jornada longa, letárgica e quase letal. Eu não gostava de nada. E ponto. E olha que a minha mãe era uma cozinheira de mão cheia, daquelas que sabiam fazer tudo! Ela tinha um cuidado precioso com suas panelas, e nunca, em hipótese alguma cozinhava em panela queimada, velha ou estragada, dizia que a comia sentia.

E o dom para cozinhar bem vinha de família, assim como ela, minha avó também mandava muito no reino dos sabores. Com aquela doçura peculiar das avós, sempre dava um jeito de fazer a neta experimentar suas delícias. Uma das táticas da minha avó era separar o caldo do feijão, e só assim eu colocava uma colherada de "caldinho de feijão com arroz na boca". Como boa descendente de portugueses, vovó fazia aqueles doces maravilhosos a base de ovos. Ah, como eu lembro do perfume que saía da cozinha e se espalhava pela casa, fosse o aroma do pudim de laranja ou da famosa ambrosia. E mesmo assim, eu não comia. Comigo tudo era negociado, nem batata frita me apetecia. Hoje eu assumo: "nossa, como eu era chata pra comer", e daí penso: Será que o meu filho vai ser assim?!

Meu bebê definitivamente não é bom de garfo, mas é bom de peito. Ele não almoça, mama. Ele não janta, mama. E diferente da mamain, quando come feijão, vai com grão e tudo. 
É dificil dizer como vai ser o apetite da criança ao longo dos anos, mas estou aqui, na minha pequena batalha individual de ir para a cozinha, preparar a refeição, colocá-lo na cadeirinha, servir o prato, sentar em frente ao baby e ficar numa operação de guerrilha, tentando acertar um grão de lentilha ou um pedacinho de tomate na boca do bebê. Ele vira o rosto, esperneia, chora, bate com as mãos na mesinha, joga a colher no chão, grita, põe a língua pra fora, eis que finalmente sente o gosto de alguma coisa e pára. Tem vezes que gosta, noutras parece que comeu veneno. E nessa luta da colher com a boca, ele quase sempre sai vencedor: comendo pouco ou nada e vindo parar no peito. 

Já tentamos todas as técnicas: desde o BLW (onde o bebê come com as próprias mãos), e no nosso caso só serviu para a comida parar toda no chão, até papinhas e comidas nas mais variadas texturas. Nada adiantou. Ele não quer. Ele não come. Se me perguntarem qual a parte mais frustrante da maternidade, pra mim, por enquanto é essa: a minha incompetência em fazer o bebê comer! Tem gente que põe a culpa dessa falta de apetite no leite materno, na livre demanda, nos peitos fartos, mas ah, sei não, vai ver que o problema - como diria minha mãe  - tá lá nas panelas...vá saber!



08 janeiro 2019

Pantone e a cor de 2019

Foi ainda no final do ano passado que o catálogo de cores mais famoso do mundo divulgou qual seria a cor de 2019. Eu até coloquei lá no Instagram, mas com as viagens de férias + festas de fim de ano, eu acabei deixando o blog a ver navios... Sorry, people!

E apesar de eu começar o novo ano me desculpando com os leitores, prometo várias novidades pra esse primeiro semestre (entre elas a retomada do canal no Youtube e uma nova frente do Prendada). Mas, bora deixar de mimimi e vamos falar do que interessa: a linda LIVING CORAL, a cor eleita para 2019.

Vibrante e suave, alegre e elegante, essa é a cor escolhida pela Pantone. Ela já é bem familiar, pelo menos aqui no blog (o letreiro e alguns detalhes contam com variações da cor coral) e em cores de esmaltes e roupas que vemos há alguns anos no comércio. Aliás, por 20 anos a cor do ano Pantone influenciou a criação de produtos e decisões para compras de vários setores como moda, industria moveleira, beleza, design, embalagens e até nas mídias digitais.


Pensando nisso, eu já busquei algumas inspirações para vocês sentirem a vivacidade, o calor e a beleza dessa cor, seja na moda, na decoração, na beleza ou no lifestyle.


E aí, hot or not?! Vale dar uma relembrada nas edições passadas da Pantone. Que tal? Entre todas, a de 2019 conquistou - definitivamente - o meu coração.