07 agosto 2019

Mestrado: aí vou eu!

Uma década depois: olha eu aí no Museu do Louvre, em Paris, lá em 2009.

É piegas falar de sonhos em tempos modernos, né? Mas e sobre paixões que nos motivam?! A arte sempre despertou em mim um turbilhão de emoções. Uma atração por cores, texturas, imagens e suas representações. Tanto que durante um tempo estudei suas técnicas de desenho e pintura no Atelier Livre, em Porto Alegre. Mas agora vou ir de encontro com a teoria!

Ando feliz, radiante! E essa felicidade de vencer as nossas próprias batalhas é intensa e verdadeira. Eu não costumo acreditar no termo sorte, acho que isso desmerece toda a nossa dedicação, paixão e empenho naquilo que nos propormos a fazer. E quando surgem os desafios que topamos encarar, aí sim, o trabalho duro e o esforço fazem toda diferença. Mas se por um lado, eu desconfio da sorte, por outro, eu nunca desisto dos sonhos. Com a maternidade eu fiz uma pausa nos meus projetos pessoais, deixei tudo em sustenido, me descuidei, me desamei... Mas havia dito para mim mesma: em 2019 eu vou ir atrás daquilo que me motiva! Passei dias, noites, madrugadas escrevendo e estudando, depois foram 4 semanas de provas difíceis, e coração saindo pela boca a cada dia de resultado. Mas a aprovação em todas as etapas mostraram que eu estava – e estou -  no caminho certo!

Fui aprovada na seleção de mestrado em História e Crítica da Arte, no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O curso é um dos melhores do Brasil, o programa tem conceito CAPES 6, o maior em Artes Visuais, que lhe confere qualidade internacional. E isso mostra a qualidade do curso e de seu corpo docente. Essa conquista é muito importante pra mim: estou há 14 anos longe da vida acadêmica, participei de uma seleção concorrida e difícil, e consegui ficar entre os 5 primeiros!  Esse desafio que se apresenta já desperta em mim uma mistura de alegria, curiosidade, paixão e encantamento! 

Esse mestrado vai ser mais um passo para aquele velho desejo de ver o jornalismo cultural triunfar, de ver a arte como instrumento de luta e resistência e de saber que impossível é palavra que não existe no dicionário de Priscillismos.

Avante!

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